Por mais que se tente esquecer o passado, mesmo o que nós construímos… é impossível… ele faz parte de nós. Não cedemos aos impulsos de ir atrás, mesmo sabendo onde se encontram. Mesmo sendo muito difícil, resistimos para vencer as nossas fraquezas. tentamos e conseguimos. No entanto há algo que não conseguimos vencer, o nosso inconsciente… Ele tenta dominar-nos enquanto estamos acordados mas somos completamente derrotados quando estamos a dormir.
E lá surgem aquelas imagens do passado, daquele passado irreal construído com base numa realidade que nem nós nem ninguém entendeu. Alguns tentam entende-la… chamam-se psiquiatras. Bom, voltando ao assunto… como é que construí esta realidade. As imagens construo-as a partir de projecções imaginárias e de situações que gostaria de ter vivido… mas não vivi. Os sonhos voltam àquilo que nós queríamos esquecer. Tento pensar nas imensas possibilidades da felicidade futura, mas a mente arrasta-me para o passado que me persegue!
Como é que eu me liberto da felicidade que não vivi para ir à procura da felicidade futura? Não sei… E no meio de tudo isto onde fica o presente? O presente deambula neste dilema… e o tempo passa e não se vive. à medida que vamos ficando mais conscientes de tudo vamos tendo o conhecimento que isto é apenas uma passagem para algo… esperemos que seja algo melhor. À medida que crescemos interiormente, o nosso corpo vai degradando-se, e aquela virtuosidade do 20 anos já lá foi.
Assim se vive: entre um passado feliz que nunca existiu e um futuro onde se alcança a felicidade que não irá existir. É preciso reagir! Tem de ser possível fazer qualquer coisa! No entanto não somos nós que escrevemos o nosso destino. Prefiro manter as coisas assim do que fazer alguma coisa que invalidade essa possibilidade de felicidade futura. Pelo menos essa eu não queria comprometer, pois quando se chegar ao futuro logo se vê! Só estamos cá de passagem… penso eu, e se me perguntarem para onde amos passar… eu não sei!
Esta vida é efémera, no entanto por detrás de tudo isto existe uma outra dimensão onde nós já vivemos…
sexta-feira, 19 de março de 2010
Fantasmas
Por mais que se tente esquecer o passado, mesmo o que nós construímos… é impossível… ele faz parte de nós. Não cedemos aos impulsos de ir atrás, mesmo sabendo onde se encontram. Mesmo sendo muito difícil, resistimos para vencer as nossas fraquezas. tentamos e conseguimos. No entanto há algo que não conseguimos vencer, o nosso inconsciente… Ele tenta dominar-nos enquanto estamos acordados mas somos completamente derrotados quando estamos a dormir.
E lá surgem aquelas imagens do passado, daquele passado irreal construído com base numa realidade que nem nós nem ninguém entendeu. Alguns tentam entende-la… chamam-se psiquiatras. Bom, voltando ao assunto… como é que construí esta realidade. As imagens construo-as a partir de projecções imaginárias e de situações que gostaria de ter vivido… mas não vivi. Os sonhos voltam àquilo que nós queríamos esquecer. Tento pensar nas imensas possibilidades da felicidade futura, mas a mente arrasta-me para o passado que me persegue!
Como é que eu me liberto da felicidade que não vivi para ir à procura da felicidade futura? Não sei… E no meio de tudo isto onde fica o presente? O presente deambula neste dilema… e o tempo passa e não se vive. à medida que vamos ficando mais conscientes de tudo vamos tendo o conhecimento que isto é apenas uma passagem para algo… esperemos que seja algo melhor. À medida que crescemos interiormente, o nosso corpo vai degradando-se, e aquela virtuosidade do 20 anos já lá foi.
Assim se vive: entre um passado feliz que nunca existiu e um futuro onde se alcança a felicidade que não irá existir. É preciso reagir! Tem de ser possível fazer qualquer coisa! No entanto não somos nós que escrevemos o nosso destino. Prefiro manter as coisas assim do que fazer alguma coisa que invalidade essa possibilidade de felicidade futura. Pelo menos essa eu não queria comprometer, pois quando se chegar ao futuro logo se vê! Só estamos cá de passagem… penso eu, e se me perguntarem para onde amos passar… eu não sei!
Esta vida é efémera, no entanto por detrás de tudo isto existe uma outra dimensão onde nós já vivemos…
E lá surgem aquelas imagens do passado, daquele passado irreal construído com base numa realidade que nem nós nem ninguém entendeu. Alguns tentam entende-la… chamam-se psiquiatras. Bom, voltando ao assunto… como é que construí esta realidade. As imagens construo-as a partir de projecções imaginárias e de situações que gostaria de ter vivido… mas não vivi. Os sonhos voltam àquilo que nós queríamos esquecer. Tento pensar nas imensas possibilidades da felicidade futura, mas a mente arrasta-me para o passado que me persegue!
Como é que eu me liberto da felicidade que não vivi para ir à procura da felicidade futura? Não sei… E no meio de tudo isto onde fica o presente? O presente deambula neste dilema… e o tempo passa e não se vive. à medida que vamos ficando mais conscientes de tudo vamos tendo o conhecimento que isto é apenas uma passagem para algo… esperemos que seja algo melhor. À medida que crescemos interiormente, o nosso corpo vai degradando-se, e aquela virtuosidade do 20 anos já lá foi.
Assim se vive: entre um passado feliz que nunca existiu e um futuro onde se alcança a felicidade que não irá existir. É preciso reagir! Tem de ser possível fazer qualquer coisa! No entanto não somos nós que escrevemos o nosso destino. Prefiro manter as coisas assim do que fazer alguma coisa que invalidade essa possibilidade de felicidade futura. Pelo menos essa eu não queria comprometer, pois quando se chegar ao futuro logo se vê! Só estamos cá de passagem… penso eu, e se me perguntarem para onde amos passar… eu não sei!
Esta vida é efémera, no entanto por detrás de tudo isto existe uma outra dimensão onde nós já vivemos…
sexta-feira, 5 de março de 2010
Ainda aquele passado que nunca passará...
O que levei tanto tanto tempo a construir... tive de ser eu próprio a destruir! Não sei... talvez se voltasse a trás, faria tudo de novo. Peguei na imagem e em poucos rasgos de personalidade de uma pessoa e começei a construir... uma parte de mim. Moldei-a à medida dos meus sonhos e e de acordo com as minhas ideias. dei-lhe uma personalidade forte, audaz, romântica, em tudo aquilo que sempre me fez falta. E esse lado passou a ser o meu alimento espiritual quando tudo o resto falhava. Mas como é que eu pude alimentar esta sagaP Pela imagem... ha a imagem... mais do que as mil palavras, ajudou-me a construir a minha realidade. Esta realidade era ampliada com os pensamentos e os sonhos e eu passei também a fazer parte dela. A imagem ao longo dos anos alimentou isto tudo. E quando eu a perdi... oh meu Deus!... Custou-me tanto, mas ultrapassei isso por que eu já a tinha, e era só minha. O segredo perpectuou esta realidade onde eu passei a viver. Era o meu outro lado onde eu fazia tudo o que nunca faria nesta realidade...
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