sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Será possível a reconstrução?

Não sei se alguma vez vou conseguir reconstruir o pilar que eu próprio deitei a baixo na minha vida. Perdoem-me voltar ao mesmo… é quase um desabafo. Uma coisa é uma fatalidade que é impossível evitar, outra coisa é sermos obrigados a tomar atitudes drásticas para tentar resolver um problema.

Pelo menos tive tempo para reflectir, mesmo muito tempo. Esta reflexão iniciou-se à medida que eu ia crescendo e tomando consciência da vida e do que me rodeava. A ideia que era preciso fazer algo começou a desenvolver-se à cerca de 14 anos.

Inconscientemente eu sabia que tinha de fazer alguma coisa mas na realidade não queria aceitar a situação… era uma luta que eu não podia ganhar. No entanto a esperança faz-nos arrastar as situações à espera que um “milagre”.

O milagre nunca aconteceu. Como me disse uma pessoa à uns anos: “…era necessário um milagre, mas todos nós sabemos que os milagres não existem!”. A luta da nossa consciência é mais forte que a nossa razão. Eu tinha de ver por mim próprio que o caminho tinha acabado, embora eu continuasse a andar. Nestas alturas eu já andava sem caminho, já andava perdido. No fundo eu nunca andei o caminho da realidade, acabei por construir o meu e agora tive de destruí-lo. Parei e fiquei no meio do nada. É melhor assim, por mais que me custe aceitar a realidade.

Faz este ano 24 anos que a saga começou… tanto tempo… tantas oportunidades. Recrimino-me por nenhuma ter feito nada, quando tinha idade para fazer loucuras… mas é assim!

Este é um tema ainda a ser desenvolvido…
Será possível a reconstrução?


Não sei se alguma vez vou conseguir reconstruir o pilar que eu próprio deitei a baixo na minha vida. Perdoem-me voltar ao mesmo… é quase um desabafo. Uma coisa é uma fatalidade que é impossível evitar, outra coisa é sermos obrigados a tomar atitudes drásticas para tentar resolver um problema.

Pelo menos tive tempo para reflectir, mesmo muito tempo. Esta reflexão iniciou-se à medida que eu ia crescendo e tomando consciência da vida e do que me rodeava. A ideia que era preciso fazer algo começou a desenvolver-se à cerca de 14 anos.

Inconscientemente eu sabia que tinha de fazer alguma coisa mas na realidade não queria aceitar a situação… era uma luta que eu não podia ganhar. No entanto a esperança faz-nos arrastar as situações à espera que um “milagre”.

O milagre nunca aconteceu. Como me disse uma pessoa à uns anos: “…era necessário um milagre, mas todos nós sabemos que os milagres não existem!”. A luta da nossa consciência é mais forte que a nossa razão. Eu tinha de ver por mim próprio que o caminho tinha acabado, embora eu continuasse a andar. Nestas alturas eu já andava sem caminho, já andava perdido. No fundo eu nunca andei o caminho da realidade, acabei por construir o meu e agora tive de destruí-lo. Parei e fiquei no meio do nada. É melhor assim, por mais que me custe aceitar a realidade.

Faz este ano 24 anos que a saga começou… tanto tempo… tantas oportunidades. Recrimino-me por nenhuma ter feito nada, quando tinha idade para fazer loucuras… mas é assim!

Este é um tema ainda a ser desenvolvido…

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O porquê de "Psicologia do Tempo"

Psicologia do Tempo… o que é isto? Mas que raio de titulo é este para um blog?


Não sei bem. E porque haveria eu de saber… eu não tenho de saber tudo!

Comecemos então pelo fim, que é neste país por onde se começam as coisas.

“Tempo” significa a dimensão aonde nos encontramos e onde nem sequer temos a noção da sua localização. Não se pode definir com exactidão e a maioria nem se apercebe que tudo muda à sua passagem.

“Psicologia” foi apenas a palavra que alguém de psicologia devia encontrar quando pesquisasse no Google, talvez não tenha nada a haver, é apenas uma treta para dar um ar mais intelectual a estes desvaneios. Talvez o mais indicado fosse Filosofia, um tipo de coisa assim bem empírica sem qualquer fundamentação científica!

E para que serve isto afinal?

É melhor dar um exemplo, fazendo o boneco percebe-se melhor.

Já ouviram muita gente de certa idade (idade=tempo) dizer: “…ai se eu voltasse agora a ter 20 anos”. Isto revela agora saudades do tempo que passou contrapondo com a consciência da vida de hoje em dia. de certeza que quando tinha 20 anos não estava desejando ter 20 anos. Simplesmente não tinha consciência do valor desses 20 anos. Não tinha consciência porque era nova e só com o passar do tempo é que adquirimos e compreendemos a realidade à nossa volta.

Pois bem, se que disse isso tiver agora 60 anos, provavelmente aos 80 vais desejar ter outra vez 60. Assim, o ideal é contrapor consciência com idade. Imaginem as possibilidades de sermos jovens e termos a consciência de um velho… de certeza que íamos desbundar mais a vida.

Então do que estamos à espera… se depois de velhos não podemos recuar no tempo, então enquanto somos novos vamos tentar obter a vivência e experiência dos velhos! não é fácil! Enquanto tentamos tal exercício podemos “aprisionar o tempo”. É uma boa ideia, não é? E como se faz isto? Retrata-se o tempo, aprisiona-se em fotografias, filmes, etc. e se possível incluímo-nos nós também para posteriormente alguém confirmar que nós estivemos lá…

Pode parecer uma loucura, uma filosofia porca, mas o facto é que nós não desfrutamos do “nosso tempo”…

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Depois da queda do Império...

Afinal por detrás da nossa existência existe um Império oculto onde assentam os pilares da nossa vivência. Nem nos damos conta que ele existe pois ele nunca é posto em causa, por mais acontecimentos que venham suceder.
Mas há um dia em que vemos que toda aquela base que sempre apoiou a nossa vida afinal ameça ruir e nós ficamos ficamos suspensos no espaço vazio sem base de sustentação. Nesta altura, o que está a aconteçer é a queda normalmente de um pilar... talvez o mais forte! Sentimo-nos frágeis naquele momento, mas a vida empurra-nos para frente. As mudanças então são dificeis de assimilar, mas aconteçem...
Dois dos meus pilares já cairam e todo aquele império por detrás ruíu... já não volta! Afinal o império existia apenas enquanto nós não sabiamos da sua existência.
Quando o Primeiro pilar caiu, eu tremi e tive de me adaptar. A vida nunca mais foi a mesma! É uma marca que eu carrego até morrer. É como uma tatuagem, de início dói e depois acompanha-nos para o resto da vida para que de vez em quando a gente olhe para ela para nos lembrar-mos do que aconteceu.
O Segundo pilar derrubei-o eu!
Nasceu comigo e a partir dos 8 anos começou a crescer comigo. Era uma sustentação imensa da minha parte emocional. Completava a minha existência como ser humano. Começei a aperceber-me que não havia futurao, mas a esperança não morria e ele arrastava-se no tempo...
Não caíu repentinamente... a esperança foi-se acabando... e agora está praticamente todo em ruínas. Eu não o podia alimentar mais, era um caminho sem saída...
E afinal o que são os Pilares?... não são estruturas fisicas. Os pilares da nossa existência são pessoas, as pessoas das nossas vidas.
A agora? Quantos Pilares ainda nos resta segurar e preservar...

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O porquê do silêncio...

Quando se está em silêncio... não se fala! Permite-nos falar com nós mesmos, permite ouvir o que se passa em redor. Estamos mais atentos e conscientes do local onde estamo. Temos mais tempo para pensar e reflectir. Muitas das vezes a solução para os nossos problemas é deixar as nossa estrutura mental desmonta-los e reflectirmos. Assim... encontramos a solução que às vezes ninguém nos dá...
Mas o silêncio permite-nos a paz... o sossego... a plenitude interior... ou não! como dizia uma colega minha.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

HORA DE ALMOÇO

... é hora de almoço numa sexta-feira que podia ser uma de tantas que já passaram. Lá fora chove e o tempo está escuro, como naqueles dia em que parece que o sol nem se vai atrever a aparecer.
Apaguei as luzes e só tenho a luz natural da rua. A divisão está escura, abalada pela claridade do monitor.
Aqui estou eu.. sozinho disfrutando do espaço e do silêncio... a "ver" passar o tempo. Tantas vezes que eu já fiz isto... já lhes perdi a conta, mas continuo a apreciar estes momentos só meus...

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O ourtro lado...

E aqui estou eu a ver passar tudo à minha frente como se fosse um espectador atrás de uma barreira oculto. existe um elo quebrado entre mim e a realidade, come se eu estivesse cá para ver os acontecimentos desenrolarem-se. A interacção com a realidade às vezes torna-se assim complicada...
O tempo passa e muda tudo...