Estou perdido nesta escuridão que é a vida! Às cegas ando aos encontrões com as situações. Cada vez mais me apercebo que a vida é solitária. Vamos todos morrer sozinhos. Todos aqueles que gostamos desaparecem… de uma forma ou de outra! E os que não desaparecem por si somos nós que nos obrigamos a a fazê-los desaparecer. Não adianta voltarmo-nos para encontrar substituições pois elas não existem. As relações, sejam elas quais forem, não se criam, nascem por si!
Aquilo que nos fazia felizes, afinal, não eram os locais, os bens, mas a aura das pessoas que nos rodeiam. Não adianta voltar para os mesmos locais. Fisicamente podem até estarem iguais, só a nossa vida é que já não é a mesma.
Acho que a desilusão aumenta com os anos. já nos apercebemos que infelizmente já nunca poderemos ser plenamente felizes. Já fomos e não o soubemos nem fazíamos ideia. O retrato de nós no futuro já está disponível hoje em dia: são os nossos avós. Eles carregam o sofrimento de uma vida e nós não vamos ser melhores! Toda a vida tem sido assim e assim continuará a ser. Caminhamos não sei para onde e a consciência da realidade envolvente condiciona-nos cada vez mais, como que nos dificultasse o andar e pesasse cada vez mais nos nossos ombros.
Paramos. Não somos senhores do nosso destino, É deixarmo-nos levar pelo destino... ele é nosso!
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Pedra no sapato
E vamos vivendo, caminhando nem sabemos como. Estamos enternecidos com esta ilusão que a vida ocupada e rotineira nos revela, e nem paramos para observar o que nos rodeia. Estamos a viver... e nem damos por isso! Tentamos ser felizes, mas há coisas que não conseguimos controlar. Existem as pedras no sapato que não nos impedem de caminhar, mas dificultam-nos a nossa progressão. Claro que não estamos à espera de perfeição... não é isso. Temos de conviver com estas pedras e saber viver com elas. temos de conduzir as situações para que elas nos fassam o menos dano possivel, ou até mesmo que possam desaparecer. Quando pensamos que nos livrámos de uma... já temos outra que nem fazíamos ideia. Se ao menos controlassemos o tempo para podermos contorna-las... Temos já estas pedras, mas temos mais medo ainda das que vão surguir... e já sabemos que não podemos escapar delas!
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Sentimentos de Luto
Aquilo pelo que tanto vivemos teve de se enterrar! Fomos nós que a tivemos que matar. Não imaginava que aquilo que construímos seria destruido também pelo mesmo. O que construímos estava a consumir-nos. Não paráva, e tinha de ser... parado. Mas como lidar com um morto-vivo?
Sim porque aqui dentro ela acába-se aos poucos... mas na realidade continua a existir fisicamente. Não! O que existe na realidade não é igual ao que estava cá dentro! Se calhar nunca foi... e ainda bem! O corpo era a tornava o sentimento tangível. Agora o corpo vagueia sem sentimento por esta realidade cada vez mais despida de fascínio, de fantasia... e de amor! Às vezes a tentação de ir atrás de algo que possa ver nesta realidade, ainda bate cá dentro, mas e depois? Vê-se e não se faz nada... já não se pode fazer nada... passou muito tempo... demasiado tempo! Volta-se então para dentro, para a existência e liberdade que nos faz avançar! Dois pilares cairam! Ela caíu porque a derrubei. Não vale já mais a pena imaginar como poderia ter sido o futuro, pois isso foi o que sempre se fez no passado. E nesse passado a que futuro chegámos? À desgraça deste presente!
Agora limpa-se a alma aos poucos... sem pressas. Chora-se a sua perda, mas que se havia de fazer mais. Sente-se o vazio e o espaço que ficou depois da magia, ilusão e vida terem desaparecido. Há pessoas que tentas o mais rápidamente possível substituir o que se perdeu para que os sentimentos não acabem. É só para preencher o espaço deixado... não sabem o que fazer com o vazio. Nem têm tempo para o luto! e essa rápida operação de substituição às vezes serve para se enganarem a elas mesmas.
Aqui não... não há pressa. Até porque agora temos os despojos para enterrar no espaço do coração que sempre lhe esteve reservado desde o ínicio, e que eu nem sabia. Ali jaz para a eternidade! Nada poderá substituir o que ela já representou. Nem sei se existirá mais espaço para que isso volte a acontecer. Agora chora a minha alma em cima da sua campa quando tem saudades dela, saudades minhas daqueles tempos! Tanto tempo que não deu em nada, apenas um vazio sem fim, escuro, onde paira o nevoeiro numa madrugada eterna. E nesse pântano de saudade há agora uma lápide velha e gasta pelo tempo que foi construída no início dos tempos! Esta campa já existia e foi construida inconscientemete para albergar os restos mortais daquilo que um dia viria a acontecer. Ela sempre esteve ali e eu nunca soube. Só agora vi que o coração afinal tinha ali uma campa na cripta da eternidade para guardar junto às outras vivências aquilo que eu destruí.
Sim porque aqui dentro ela acába-se aos poucos... mas na realidade continua a existir fisicamente. Não! O que existe na realidade não é igual ao que estava cá dentro! Se calhar nunca foi... e ainda bem! O corpo era a tornava o sentimento tangível. Agora o corpo vagueia sem sentimento por esta realidade cada vez mais despida de fascínio, de fantasia... e de amor! Às vezes a tentação de ir atrás de algo que possa ver nesta realidade, ainda bate cá dentro, mas e depois? Vê-se e não se faz nada... já não se pode fazer nada... passou muito tempo... demasiado tempo! Volta-se então para dentro, para a existência e liberdade que nos faz avançar! Dois pilares cairam! Ela caíu porque a derrubei. Não vale já mais a pena imaginar como poderia ter sido o futuro, pois isso foi o que sempre se fez no passado. E nesse passado a que futuro chegámos? À desgraça deste presente!
Agora limpa-se a alma aos poucos... sem pressas. Chora-se a sua perda, mas que se havia de fazer mais. Sente-se o vazio e o espaço que ficou depois da magia, ilusão e vida terem desaparecido. Há pessoas que tentas o mais rápidamente possível substituir o que se perdeu para que os sentimentos não acabem. É só para preencher o espaço deixado... não sabem o que fazer com o vazio. Nem têm tempo para o luto! e essa rápida operação de substituição às vezes serve para se enganarem a elas mesmas.
Aqui não... não há pressa. Até porque agora temos os despojos para enterrar no espaço do coração que sempre lhe esteve reservado desde o ínicio, e que eu nem sabia. Ali jaz para a eternidade! Nada poderá substituir o que ela já representou. Nem sei se existirá mais espaço para que isso volte a acontecer. Agora chora a minha alma em cima da sua campa quando tem saudades dela, saudades minhas daqueles tempos! Tanto tempo que não deu em nada, apenas um vazio sem fim, escuro, onde paira o nevoeiro numa madrugada eterna. E nesse pântano de saudade há agora uma lápide velha e gasta pelo tempo que foi construída no início dos tempos! Esta campa já existia e foi construida inconscientemete para albergar os restos mortais daquilo que um dia viria a acontecer. Ela sempre esteve ali e eu nunca soube. Só agora vi que o coração afinal tinha ali uma campa na cripta da eternidade para guardar junto às outras vivências aquilo que eu destruí.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
A crueza da realidade…
E o que nós andamos aqui a fazer? Confrontamos o nosso ego com o ego dos outros.
Esta autoridade que reconhecemos às nossas ideias e à necessidade de as afirmarmos leva-nos a não analisar o impacto das nossas palavras. Não medidos nem temos em conta as diferentes formas de ver o mundo que os outros têm. A vontade de impormos o nosso ponto de vista de forma autoritária acaba por nos cegar. Não vemos que depois queremos ser “tratados”condignamente pelos outros. Qualquer palavra mais delicada tem um impacto tremendo que desencadeia em nós uma raiva e fúria avassaladora.
Voltamos ao mesmo pensamento uma e outra vez e processamos tudo o que nos disseram, empolgando a mensagem transmitida. Esta sequência de pensamentos leva à guerra. Devemos perdoar a quem nos têm ofendido… diz Deus. É este exercício o que mais nos custa fazer. Na prática è muito difícil. É sem dúvida o mais correcto, mas implica uma evolução interior. No entanto algumas palavras proferidas para nós em poucos segundos, mesmo de forma delicada, poder ter um impacto estrondoso e levarem dias a serem “digeridas”. Esta é a reflexão que “eu” devo fazer… não responder ainda de forma mais agressiva.
E o que nos ajuda a curar estas feridas?... o tempo. O tempo acalma e suaviza tudo.
Esta autoridade que reconhecemos às nossas ideias e à necessidade de as afirmarmos leva-nos a não analisar o impacto das nossas palavras. Não medidos nem temos em conta as diferentes formas de ver o mundo que os outros têm. A vontade de impormos o nosso ponto de vista de forma autoritária acaba por nos cegar. Não vemos que depois queremos ser “tratados”condignamente pelos outros. Qualquer palavra mais delicada tem um impacto tremendo que desencadeia em nós uma raiva e fúria avassaladora.
Voltamos ao mesmo pensamento uma e outra vez e processamos tudo o que nos disseram, empolgando a mensagem transmitida. Esta sequência de pensamentos leva à guerra. Devemos perdoar a quem nos têm ofendido… diz Deus. É este exercício o que mais nos custa fazer. Na prática è muito difícil. É sem dúvida o mais correcto, mas implica uma evolução interior. No entanto algumas palavras proferidas para nós em poucos segundos, mesmo de forma delicada, poder ter um impacto estrondoso e levarem dias a serem “digeridas”. Esta é a reflexão que “eu” devo fazer… não responder ainda de forma mais agressiva.
E o que nos ajuda a curar estas feridas?... o tempo. O tempo acalma e suaviza tudo.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Etapas... e o que ainda há-de vir a seguir?
O estado de felicidade aparente que nos invade inibiria a nossa vida, mas ao mesmo tempo é a droga que nos mantém vivo. Não morri… ninguém morre! Mas ficamos assim… depois de tudo acabar. É triste ter de destruir o que só nós construímos. Aquele escudo, aquela protecção foi uma teia que tecemos… talvez própria da idade. O tempo corre… e faz as coisas acontecerem. A chama que nos alimentou, extingue-se pois já não tem mais por onde arder!
Fui eu que a apaguei! O caminho já não tem por onde continuar. Agora tudo fica mais frio… mais real! O calor que nos aconchegava o coração desapareceu lentamente até que lentamente o gelo invadiu todo o corpo. Andamos e vivemos, porque viver é o contrário de morrer. Apenas por isso, quase como se fosse uma obrigação. Não há motivação, e espera-se que o dia de amanhã seja melhor. A guarda-se com alguma ânsia por ver o que vai acontecer. Acho que nada do que venha a surgir irá ser igual ao que foi construído… nada. O tempo é outro e a lucidez ofusca os sonhos – é este o preço de crescer! Infelizmente já talvez não seja capaz de conseguir construir algo como o que já fiz. Uma obra-prima acho que é única. Foi moldada à luz dos meus sonhos e da minha liberdade de pensamento. Tudo aquilo que eu não fui nem serei nesta vida.
Agora deambulo velas obrigações do dia-a-dia agarrando-me a projectos palpáveis para satisfazer a necessidade de construir algo, de deixar para já, este legado.
Fui eu que a apaguei! O caminho já não tem por onde continuar. Agora tudo fica mais frio… mais real! O calor que nos aconchegava o coração desapareceu lentamente até que lentamente o gelo invadiu todo o corpo. Andamos e vivemos, porque viver é o contrário de morrer. Apenas por isso, quase como se fosse uma obrigação. Não há motivação, e espera-se que o dia de amanhã seja melhor. A guarda-se com alguma ânsia por ver o que vai acontecer. Acho que nada do que venha a surgir irá ser igual ao que foi construído… nada. O tempo é outro e a lucidez ofusca os sonhos – é este o preço de crescer! Infelizmente já talvez não seja capaz de conseguir construir algo como o que já fiz. Uma obra-prima acho que é única. Foi moldada à luz dos meus sonhos e da minha liberdade de pensamento. Tudo aquilo que eu não fui nem serei nesta vida.
Agora deambulo velas obrigações do dia-a-dia agarrando-me a projectos palpáveis para satisfazer a necessidade de construir algo, de deixar para já, este legado.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Fuga
Fugir é cobardia… é a fuga. Fugir não sei para onde nem para quem. Para quem nos quis bem incondicionalmente desde que nascemos. Para quem sempre nos perdoo tudo, por mais atroz acto que tenhamos cometidos. Por o que sempre falámos sem pensar nas consequências e que tantas vezes fez sofrer que sempre nos amou. Por todos os pecados que sempre nos perdoaram. Tudo o que nós pensávamos ter um grande valor mas que na realidade não imaginávamos nem de perto nem de longe a felicidade que é ter pessoas destas ao pé de nós. Pessoas que estavam dispostas, se necessário a dar a própria vida para salvar a nossa.
É para junto dessas pessoas que agora queremos fugir, resguardar-nos. Já é tarde… mas no subconsciente isso não é aceitável. Agora… agora continuamos a fugir, mas sem rumo. Tentamos alcançar algo que é impossível já alcançar. Fugimos sem rumo nem direcção. Qualquer lugar é bom para ir, desde que seja para longe dos fantasmas que ainda assolam a nossa alma, bem lá no fundo. Não temos directamente consciência disso, mas os nossos pecados são um peso invisível que temos de carregar. O tempo passa e não conseguimos encontrar o nosso rumo.
Cada vez que nos agridem conscientemente, ou não, voltam a instigar-nos para a fugir para longe dessas fontes. Procuramos protecção já não num lugar, porque não o encontramos, mas na própria solidão da fuga.
Fugimos sozinhos pelo tempo fora. Começa pelo acto de descobrir locais mais além do que até aqui tínhamos ido. Testamos a nossa autonomia e vamos mais além. A melhor maneira de testar essa autonomia é sozinhos. Vamos a novos locais descobrir novas coisas… sozinhos, memo que viajando pelos nossos pensamentos. Acaba por ser um desafio a superar, a ânsia de partir ao chegar – é a liberdade que ninguém nos pode tirar.
Não adianta tentar cativar os outros para nos acompanharem nem organizar nada. São sedentários, têm outros rumos, não partilham deste destino. Também não podemos ficar sempre à espera deles, partimos sozinhos pois não conseguimos parar.
É a paz que não conseguimos encontrar nesta fuga. Talvez só a vaiámos encontrar quando isto terminar… quando morrermos. A nossa fuga só vai acabar no céu!
É para junto dessas pessoas que agora queremos fugir, resguardar-nos. Já é tarde… mas no subconsciente isso não é aceitável. Agora… agora continuamos a fugir, mas sem rumo. Tentamos alcançar algo que é impossível já alcançar. Fugimos sem rumo nem direcção. Qualquer lugar é bom para ir, desde que seja para longe dos fantasmas que ainda assolam a nossa alma, bem lá no fundo. Não temos directamente consciência disso, mas os nossos pecados são um peso invisível que temos de carregar. O tempo passa e não conseguimos encontrar o nosso rumo.
Cada vez que nos agridem conscientemente, ou não, voltam a instigar-nos para a fugir para longe dessas fontes. Procuramos protecção já não num lugar, porque não o encontramos, mas na própria solidão da fuga.
Fugimos sozinhos pelo tempo fora. Começa pelo acto de descobrir locais mais além do que até aqui tínhamos ido. Testamos a nossa autonomia e vamos mais além. A melhor maneira de testar essa autonomia é sozinhos. Vamos a novos locais descobrir novas coisas… sozinhos, memo que viajando pelos nossos pensamentos. Acaba por ser um desafio a superar, a ânsia de partir ao chegar – é a liberdade que ninguém nos pode tirar.
Não adianta tentar cativar os outros para nos acompanharem nem organizar nada. São sedentários, têm outros rumos, não partilham deste destino. Também não podemos ficar sempre à espera deles, partimos sozinhos pois não conseguimos parar.
É a paz que não conseguimos encontrar nesta fuga. Talvez só a vaiámos encontrar quando isto terminar… quando morrermos. A nossa fuga só vai acabar no céu!
terça-feira, 18 de maio de 2010
Fantasmas do tempo
Tudo à minha volta mexe... tudo se altera... as vidas alteram-se. Não posso deixar de ver as vidas de outros mais novos a evoluir rapidamente. Talvez não seja rapidamente, talvez seja a evolução normal das coisas. O que ontem eram crianças, hoje já são adultos com a personalidade definida e marcada. A liberdade do planeta reflete-se também na multiplicidade de feitios... Hoje têm filhos, viveram, e alguns até já são velhos. A vida fez-se para viver e não para contemplar...
E nós... o que eramos à 20 anos é o que somos hoje em dia. Viveu-se devagar e a evolução tem sido minima, não que~isso tenha sido mau. Contemplamos tudo ao nosso redor e assim compreende-se melhor o mundo. É como sea vida tivesse duas velocidades, e nós vivessemos na mais lenta. Não é que assim vamos viver mais, mas vive-se melhor, mais lentamente, com tempo para absorever tudo. E quanto mais se avbsoreve mais se compreende e entende o que nos rodeia. A adversidade à mudança advém daí mesmo. A vida vive-se lentamente, logo as mudanças deviam ser lentas para que se pudesse disfrutar da existência do que é bom. Mas não. As coisas também mudam na mesma proporção que a vida dos demais. Assim não temos o tempo suficiente para disfrutar. Com este ritmo de evolução custa a crer que existam ainda hoje em dias coisas que se mantêm à séculos.
Ver passar a vida... é também viver! E pensar que existem pessoas que também veêm os outros viverem. e pesar que já existiram pessoas assim. Esta missão não se esgota apenas na mera existência da vida de um ser humano. Afinal os seres humanos vivem tão depressa que nós precisamos de mais de que uma vida para evoluir...
E nós... o que eramos à 20 anos é o que somos hoje em dia. Viveu-se devagar e a evolução tem sido minima, não que~isso tenha sido mau. Contemplamos tudo ao nosso redor e assim compreende-se melhor o mundo. É como sea vida tivesse duas velocidades, e nós vivessemos na mais lenta. Não é que assim vamos viver mais, mas vive-se melhor, mais lentamente, com tempo para absorever tudo. E quanto mais se avbsoreve mais se compreende e entende o que nos rodeia. A adversidade à mudança advém daí mesmo. A vida vive-se lentamente, logo as mudanças deviam ser lentas para que se pudesse disfrutar da existência do que é bom. Mas não. As coisas também mudam na mesma proporção que a vida dos demais. Assim não temos o tempo suficiente para disfrutar. Com este ritmo de evolução custa a crer que existam ainda hoje em dias coisas que se mantêm à séculos.
Ver passar a vida... é também viver! E pensar que existem pessoas que também veêm os outros viverem. e pesar que já existiram pessoas assim. Esta missão não se esgota apenas na mera existência da vida de um ser humano. Afinal os seres humanos vivem tão depressa que nós precisamos de mais de que uma vida para evoluir...
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