Tudo à minha volta mexe... tudo se altera... as vidas alteram-se. Não posso deixar de ver as vidas de outros mais novos a evoluir rapidamente. Talvez não seja rapidamente, talvez seja a evolução normal das coisas. O que ontem eram crianças, hoje já são adultos com a personalidade definida e marcada. A liberdade do planeta reflete-se também na multiplicidade de feitios... Hoje têm filhos, viveram, e alguns até já são velhos. A vida fez-se para viver e não para contemplar...
E nós... o que eramos à 20 anos é o que somos hoje em dia. Viveu-se devagar e a evolução tem sido minima, não que~isso tenha sido mau. Contemplamos tudo ao nosso redor e assim compreende-se melhor o mundo. É como sea vida tivesse duas velocidades, e nós vivessemos na mais lenta. Não é que assim vamos viver mais, mas vive-se melhor, mais lentamente, com tempo para absorever tudo. E quanto mais se avbsoreve mais se compreende e entende o que nos rodeia. A adversidade à mudança advém daí mesmo. A vida vive-se lentamente, logo as mudanças deviam ser lentas para que se pudesse disfrutar da existência do que é bom. Mas não. As coisas também mudam na mesma proporção que a vida dos demais. Assim não temos o tempo suficiente para disfrutar. Com este ritmo de evolução custa a crer que existam ainda hoje em dias coisas que se mantêm à séculos.
Ver passar a vida... é também viver! E pensar que existem pessoas que também veêm os outros viverem. e pesar que já existiram pessoas assim. Esta missão não se esgota apenas na mera existência da vida de um ser humano. Afinal os seres humanos vivem tão depressa que nós precisamos de mais de que uma vida para evoluir...
terça-feira, 18 de maio de 2010
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